Batelli - Unique Style

Publicidade

patrocinado por
Patrocío Samsung 1

Especialistas escolhem os games do ano

Especialistas escolhem os games do ano

Publicidade




A revista New Scientist perguntou a nove profissionais da área qual o melhor jogo de 2010; confira



Fonte: Galileu





Heavy Rain



Ian Bognost, co-fundador da Persuasive Games e autor de Newsgames (MIT Press, 2010)
"Escolho Heavy Rain (Quantic Dream), não por que ele tenha sido o melhor game de 2010, mas porque ele tenta seriamente atingir uma estética particular, a da narrativa cinematográfica, da qual não abre mão. Apesar do roteiro e a ação serem terríveis algumas vezes, o jogo se empenha tanto para atingir sua meta, sem se preocupar com a recepção ou viabilidade artística dos resultados, que eu respeito seu esforço ousado."



Red Dead Redemption



David Perry, desenvolvedor de games e CEO de Gaikai.com
"Eu diria que é Red Dead Redemption (Rockstar Games). Você ia achar que este jogo não teria chances numa reunião de aprovação. Imagine o seguinte: 'Vamos gastar US$ 20 milhões em um jogo de cowboy!'. E a resposta: 'Cara, ninguém mais liga para jogos de cowboy'. Bem, as pessoas ligam. Red é gráfica e tecnicamente assombroso, e dá uma amostra de para onde estão caminhando os jogos conforme ficam mais imersivos".”



Minecraft



Tom Chatfield , autor de Fun Inc. (Pegasus, 2010)
"Meu favorito é o aparentemente mais simples, o jogo em primeira pessoa, Minecraft (Mojang Specifications), onde você percorre uma paisagem 3D, escavando e construíndo para sobreviver aos ataques de mosntros à noite. O jogo é poderoso, a física flexível permite que os jogadores façam qualque coisa, de construir uma réplica da Entreprise a circuitos lógicos fora dos elementos básicos do game. Mesmo não sendo tecnicamente avançado, é um exemplo maravilhoso do poder que vem com um ambiente físico bem trabalhado, uma comunidade comprometida de jogadores criativos, e uma boa interação entre designer e jogador".



A Tale in the Desert 5



William Sims Bainbridge, sociólogo, pesquisador de games e editor de Online Worlds
"A Tale in the Desert 5 (eGenesis) é de longe o melhor: um mundo aperfeiçoado e não violento onde jogadores cooperam para construir o antigo Egito. Proporcionando divertimento, companheirismo e uma bela estética. ATITD oferece ideias de coisas como, engenharia de cadeias de suprimentos e o papel do ritual na criação da solidariedade social".



Mass Effect 2



Jamie Madigan, pscólogo e jogador
"Mass Effect 2 (Electronic Arts) sintetiza o estilo cinematográfico, com narrativas e desafios consistentes. Confesso a seus escritores que passo tanto tempo cutucando árvores falantes e lendo na Wikipedia galáctica do game, quanto gasto atirando em aliens ou vagando pelos lugares. Eu também adoro como os desenvolvedores fazem me sentir emocionalmente envolvido com os personagens e usam truques psicológicos para fazer com que me importasse com as escolhas que vou fazendo conforme o jogo chega ao fim".



Metro 2033



Tom Bissell, autor de Extra Lives (Pantheon, 2010)
"Meu jogo favorito é o de tiro em primeira pessoa, Metro 2033 (4A Games). Com suas raizes no mundo pós União Soviética, a experiência é formidável: é o game mais ambientado e convincente desde BioShock. Ele pega a lógica dos jogos de tiro em primeira pessoa, onde inimigos são facilmente abatidos, e transporta para um contexto onde as armas nem sempre funcionam, as coisas quebram e as baterias precisam ser trocadas. E é inacreditavelmente assustador. Um belo game que, claro, muitos que fazem análise de jogos não gostam".



Amnesia: The Dark Descent



Dan Pinchbeck , pesquisador de games na universidade de Portsmouth (Inglaterra) e diretor criativo do Estudio de Game thechineseroom.
“Em um mundo onde os games de horror se transformaram em segunda categoria, o jogo de tiro em terceira pessoa, Amnesia: The Dark Descent (Frictional Games), é completamente assustador. O game é um proemimente exemplo de design orientado pleo jogador: ele entende a psicologia do jogador melhor que a maioria e trabalha brilhantemente, mantendo-lhe no limite de ficar muito assustado para querer jogar mais, mas muito atraente para abandoná-lo.”



The Sims 3



Edward Castronova, professor de telecomunicações na Universidade de Indiana
“Minha escolha é Sims 3 (Electronic Arts). O mecanismo emocional na franquia Sims atinfiu tal nível de sofisticação que o game passa a sensação de mundo real. Quando mecanismos como este entram nos desafios e games de fantasia, seu poder de atração se aprofundara muito. Espere por Sims Medieval. “

Voltar



Nenhum comentário

Preencha o formulário abaixo e seja o primeiro a comentar!
Faça o seu comentário

Ocultar / Mostrar

© 2012 Copyright Batelli - Todos os direitos reservados | Política de Privacidade think4