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Um novo olhar na relação com o paciente idoso
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Desde idade antiga, a velhice tem sido associada à dependência, a perda da qualidade de vida e à perda do controle sobre a própria vida. A velhice tem sido pensada, na maior parte das vezes, como uma degeneração normal do ser humano, deixando de existir até o potencial para o desenvolvimento humano.
A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo, levando ao envelhecimento populacional. O envelhecimento pode trazer angústias e decepções, sobretudo em nosso país, onde o envelhecer, nem sempre é respeitado. O processo normal, fisiológico, do envelhecimento não deve ser considerado doença ou incapacitante, porém uma grande parte idosas desenvolve disfunções e/ou incapacidades. Para a prevenção destas incapacidades e doença que podem limitar o idoso, torna importante o processo de reabilitação, podendo ser definida como o processo para o desenvolvimento da máxima capacidade física, psíquica, social, vocacional, educacional de um indivíduo, considerando suas limitações de qualquer ordem, sejam elas físicas ou não.
Visando desde a preservação da função ao adiamento da instalação de incapacidades através de medidas preventivas, a reabilitação diminui o comprometimento motor e cognitivo, promovendo a saúde e melhorando a qualidade de vida. O tratamento com medicamentos é uma parte terapêutica, podendo ser utilizado como coadjuvante. Além disso, "polifarmacoterapia" pode originar efeitos colaterais que podem determinar o aparecimento de distúrbios funcionais secundários, devendo ser recomendado sempre de maneira cautelosa.
A diminuição da capacidade funcional dos diversos órgãos e tecidos é a principal característica do envelhecimento, acarretando um risco aumentado de doenças crônico-degenerativas, que estão se tornando cada vez mais comuns em nosso país .
A promoção e a atenção à saúde do idoso englobam medidas preventivas, restauradoras e de reabilitação, visando preservar, manter, restaurar ou desenvolver funções motoras, sensoriais, cognitivos, psíquicas, sociais.
A prevenção de complicações secundárias é necessária naqueles casos de idosos acamados em conseqüência de uma intervenção cirúrgica ou de enfermidades, os quais chegarão prontamente a perder grande parte de seus movimentos se não forem submetidos a tratamento preventivo adequado.
A manutenção e a preservação da capacidade para desempenhar as atividades de vida diária são os pontos básicos para prolongar a sua independência.
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2 Comentários
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18 de Julho de 2010 | 19:36
ALESSANDRA
TOMARA MESMO, QUE COM O AVANÇO DA MEDICINA, PRINCIPALMENTE PREVENTIVA, A TERCEIRA IDADE CONSIGA TER MAIS QUALIDADE DE VIDA E, CONSEQUENTEMENTE, SER MAIS VALORIZADA E RESPEITADA. MAIS UMA MATÉRIA DE QUALIDADE, PARABÉNS!
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18 de Julho de 2010 | 12:49
VANIA SILVA
QUE INFORMAÇÕES BOAS, ISTO É ESTÍMULO PARA NÓS DA TERCEIRA IDADE.
OBRIGADA DRA CAMILA!