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O Caminho da Felicidade
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Susan Andrews, esteve na Conferência Internacional de Cidades Inovadoras. Aqui trago algumas informações sobre sua contribuição para o evento. Uma lição de vida.
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Na última década, um número cada vez maior de cientistas tem se esforçado para decifrar os segredos da felicidade. Uma nova disciplina tem sido recentemente desenvolvida, chamada de a “ciência hedônica”. A palavra “hedônica” foi cunhada pelo psicólogo Daniel Kahneman, que ganhou o prêmio Nobel de Economia em 2002. Esse termo denota a pesquisa científica quanto as fontes da felicidade humana.
O tema de sua apresentação buscou aglutinar diversos dados e análises sobre como tem sido o estado de felicidade da população mundial: nos países, no cotidiano das pessoas. Segundo Andrews, “pessoas mais felizes são melhores líderes, lidam melhor com a auto-estima são mais bem sucedidos, tem melhores casamentos, saem melhor nas entrevistas de emprego.” De acordo com esses estudos, até um certo ponto, os bens materiais e o alcance deles traz felicidade. Isso quando alguém avança de um estado de absoluta pobreza e miséria até o atendimento de suas necessidades de sobrevivência, e desse nível de sobrevivência até uma vida confortável, e depois de uma vida confortável até um certo grau de luxo, sua felicidade de fato aumenta. Susan argumenta com isso, que não é o dinheiro que trás a felicidade, afirma, mas é a felicidade que trás o dinheiro.
A antropóloga ainda ressalta sobre a “Fórmula da Felicidade” ou Felicidade Interna Bruta, criada pelo rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck ao tentar demonstrar que a felicidade de um povo pode independer do seu nível de riqueza. Assim então desenvolveu-se o FIB, também estudado por ela:



Algumas informações sobre felicidade:
→ Atividades “voluntárias” oferecem as melhores perspectivas para aumentar e sustentar a felicidade.
→ Você pode transformar a sua “auto” bioquímica. – neurotransmissores. A bioquímica do ser humano tem forte efeito sobre as emoções, que são mobilizadas por hormônios e neurotransmissores. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o estresse é a epidemia do século – e ele é desencadeado por uma série de fatores que fazem aumentar o cortisol no organismo. Nos Estados Unidos estão desenvolvendo um novo antidepressivo, inibidor do cortisol, que deve ser um grande aliado da medicina no combate ao estresse e depressão.
→ Pessoas felizes tem 32% menor nível do hormônio cortisol. [Aqui faço um adendo, pelo que sei, café, excesso de chocolate, stress, e uma noite mal dormida garantem um auto nível de cortisol. Abaixe ele já, dormindo bem, se alimentando corretamente e praticando alguma atividade física.]
→ As atividades volitivas (como relaxamento, esporte, cultura, contato físico, entre outras) promovem a produção de ocitocina, que funcionam como um antídoto do cortisol.
→ Pessoas mais felizes são comprovadamente mais produtivas, mais eficazes, mais saudáveis e ganham mais. Porém, o inverso pode não ser verdade.
Apesar do crescimento da Economia Americana: 1 a cada 4 americanos está deprimido, o número de divórcios duplicaram, suicídios entre adolescentes tripilicaram, crimes violentos quadruplicaram. O número de pessoas na prisão quintuplicou, 1 a cada 100 pessoas está numa prisão nos Estados Unidos.
O PIB inclui poluição atmosférica e as ambulancias para uma tragédia; trancas especiais para as nossas portas e prisões para as pessoas que as quebram. Inclui a destruição das nossas florestas e a morte dos nossos lagos. Cresce com a produção de mísseis e ogivas nucleares. Não inclui a saúde das nossas famílias, a qualidade da educação das nossas crianças, ou a alegria das suas brincadeiras. É indiferente à segurança das nossas ruas. Nem inclui a beleza da nossa arte, a estabilidade dos nossos casamentos, nem a integridade dos nossos governantes. Mede tudo, em suma, exceto aquilo que faz a vida valer à pena”. [Robbert Kennedy]
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1 Comentário
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16 de Agosto de 2011 | 22:12
gabrielly dias
minha mãe leu um livro dela. Me disse que é uma incrível experiência vivenciar o que a Susan fala. Queria ter visto ela falar. Dizem que é bem simpática
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