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Encontro explica como a ortodontia pode melhorar o zumbido
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Bruxismo, apertamentos e outras questões odontológicas causam zumbido e alteram a percepção do problema
Na próxima sexta-feira (02) os pacientes do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ) terão mais um encontro para discutir questões relacionadas ao zumbido e compartilhar experiências. O GAPZ de setembro, que acontece sempre na primeira sexta-feira do mês no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a partir das 14 horas, terá como tema “A atuação do ortodontista nos pacientes com zumbido”.
O especialista Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial que faz parte dos profissionais que atuam no grupo, será o palestrante do evento.
O zumbido é um sintoma – apesar de ser confundido com doença – que atinge 17% da população brasileira. Ele pode ser causado por vários fatores, associados ou não, e o diagnóstico das doenças sinalizadas pelo zumbido deve ser minucioso. “Como o zumbido pode estar ligado a doenças de diferentes sistemas do organismo é fundamental que o paciente seja acompanhado de perto por especialistas de diversas áreas, como a otorrinolaringologia, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia e ortodontia”, exemplifica Köhler.
Apertamentos, bruxismo, excesso de força na musculatura facial, maneira incorreta de fechar a boca e outras questões odontológicas podem influenciar o zumbido. A interferência pode alterar a intensidade do ruído, ser um fator que causa o problema ou piorar o quadro que ja estava instalado anteriormente. “Os exames devem ser detalhados e envolvem até mesmo uma análise da região craniofacial para determinar as verdadeiras causas. Os portadores devem ter paciência e serem persistentes, pois o diagnóstico e o tratamento podem ser demorados”, observa.
Dos portadores aproximadamente 15% percebem o zumbido e sentem um incômodo, enquanto 5% têm limitações que prejudicam a qualidade de vida, o sono, a vida social e profissional do indivíduo. “Mais de 200 fatores podem causar zumbido. O tratamento é fundamental para amenizar e controlar o sintoma, mas nem em todos os casos é possível obter a cura completa. O importante é que todos os pacientes podem conviver melhor com o zumbido, deixando até de percebê-lo”, explica Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora GAPZ.
Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo encontro: 02 de setembro de 2011
Tema: A atuação do ortodontista nos pacientes com zumbido
Palestrante: Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Agendamento de presença e mais informações: (41) 3225-1665
Entrada livre
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