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Amizade e energia pró no tratamento contra o câncer
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Familiares, amigos e fãs se movimentam com a notícia recente do câncer linfático contra o qual Reynaldo Gianecchinni começa a “lutar”, segundo ele próprio afirmou. Também nós, da imprensa, desejamos a melhor e mais rápida recuperação do ídolo que, antes de tudo, é um ser humano como todos nós.
O senso de fraternidade e solidariedade é o ponto de partida para a minha reflexão sobre “torcida a favor”, um tema semeado em minha mente por Fred Alecrim, o consultor potiguar de marketing de serviços e de varejo, autor do recém-lançado livro UAUgoMAIS, título homônimo do seu blog.
Fred nos ensina que em toda empreitada, nos negócios e na vida, a gente precisa contar com a energia positiva e o entusiasmo dos familiares e amigos, o que ele chama de “torcida a favor”. De fato, se partirmos para uma iniciativa sem o apoio dos nossos entes mais próximos, não demorará muito para começarmos a esbarrar com cobranças e acusações que logo se tornarão fonte de inúmeros problemas, não apenas no próprio empreendimento, mas na vida pessoal também, com os filhos e o cônjuge cobrando presença, acusando-nos de abandono, essas coisas que bem sabemos o quão desagradável é passar por elas, e, por fim, dependendo do trauma que isto nos cause, até mesmo o câncer.
O problema comportamental da maioria dos seres humanos é que, no lugar de sermos bons conquistadores da simpatia alheia, nós somos predominantemente egoístas, autoritários e refratários ao amor, portanto, altamente propensos ao isolamento negativo, do tipo que forma um mundo próprio e sem ventilação onde os oitos mentais se formam ruminando ideias que nem sempre são boas, apesar de nos parecerem ótimas.
Estudos do ex-médico alemão Ryke Geerd Hamer afirmam que o câncer, assim como outras doenças graves, nasce de um choque intenso na vida de alguém, que o sofre repetidamente na sua mente, de forma íntima, isolada, e extremamente dolorosa. Agarrar-se à dor por tempo prolongado, vivendo internamente o trauma do choque é uma verdadeira origem do câncer, que também pode emergir no organismo como fruto de atuações de energias negativas externas como a inveja ou viver num espaço geográfico de má confluência de energias.
Notadamente, por sermos tão individualistas e possuirmos conceitos tão rígidos arraigados no nosso sistema de crenças, não estamos exatamente abertos para compreender a Medicina Nova de Hamer, tanto que a sua prática foi considerada ilegal na Europa. Mas nós podemos, isto sim, entender a força da energia pró ou “torcida a favor”, como bem a denominou Fred Alecrim, energia esta nos eleva a um patamar de sucesso, diferente do decaimento que produzimos em nossas vidas no ostracismo da dor.
Portanto, tanto na obtenção desse sucesso que todos nós almejamos individualmente quanto na prevenção ou cura de doenças como o câncer, a corrente do bem emanada pela “torcida a favor” de parentes, amigos e fãs, como agora, no caso de Gianecchinni, age como remédio a nos jogar para cima, tirando-nos de qualquer situação de enredo doloroso interno.
A única maneira, porém, de se conseguir uma torcida a favor é através da amizade, que inclui sinceridade, compartilhamento, confiança e aceitação não preconceituosa do outro. Mais simples do que viver o drama imprevisível de um câncer, não é mesmo?
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