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Etiqueta Social: Do Babaquismo a pseudo-intelectualidade
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Você sabe com quem está falando?
Arrogância. Quantas vezes ouvimos essa frase aí acima? “Você sabe com quem está falando?”. Já ouvi, vi, e observei nas ocasiões diversos tipos da frasezinha tão usada pelos presunçosos de plantão. Nem sempre ela aparece tão clara, muitas vezes nas entrelinhas de hábeis pérolas. O que lhes falta é a Humildade, e a sua ausência não garante que um alguém seja ou esteja melhor que outrém.
Talvez muitos critiquem o site Wikipédia pela sua dúbia credibilidade. Mas uma de suas definições mais memoráveis é a de humildade.
Humildade: Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. A Humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa modéstia, cordialidade, respeito, simplicidade, honestidade e passividade. A humildade dos que vivem na pobreza, pode ser vista, pelos ricos, como uma fraqueza ou maneira de promover reverência e submissão das classes populares.
Em diversas rodas de conversas aprendemos cada vez mais com a vida e a, principalmente, entender a cabecinha das pessoas. E em uma observação criteriosa e reflexiva, descobrimos o por que de algumas delas tentarem se mostrar como melhores que os outros -- (e inclusive tentar destruí-los). São inseguras. A grande realidade é que elas possuem um enorme complexo de inferioridade e criticam demasiadamente um alguém para tentar mostrar que estão à altura do ser criticado. Muitos chamam isso de inveja. Eu chamo de tentar estar ao mesmo nível que o outro. Então, de fato, o ser criticado aparenta superioridade. O seu antagonista faz uma crítica para que ele o considere dentro do mesmo nível social em questão.
O filho do(a) dono(a):
Já ouvi uma centena de vezes: eu sou o filho do dono. O filho do dono, na verdade, não é nada em um evento, a não ser o fato de ser o filho do dono. Ser filho de alguém não revela de forma alguma o seu conteúdo, o seu profissionalismo nem a sua maneira de se portar. A sua “importância” (de ser o filho do dono) revela o fruto de uma acumulação na história, talvez uma hereditariedade, uma travestida monarquia. Se o seu papai ou mamãe é de ilibada reputação, ser o filho do dono para você é só mais um detalhe. Pois recebeu educação necessária para saber se portar perante os demais.
Etiqueta Social para filhos de ricos:
Na ânsia de botar no mundo os seus herdeiros, muitos papais e mamães do mundo do glamour esqueceram-se de ensinar uma coisa aos seus filhos: a etiqueta social. Como comportar-se à mesa, nos eventos, apresentar um trabalho, como vestir-se adequadamente e, até como “dar tapas com luvas de pelica” figuram entre os principais.
Profissionalismo:
Propaganda é a alma do negócio. Mas nem tanto. Se o seu desejo é mostrar o quanto é bom em alguma coisa, não é nada adequado ficar destripando à todos os ouvidos que você é empresário, que tem uma ilibada reputação, que é bem qui$to, que sabe fazer isso e aquilo. Ser bom em alguma coisa não é se auto propagandear. Mas além de ser conhecido, é ser reconhecido. Se deseja que as pessoas conheçam o que você faz, invista no seu material, tenha um blog, um site, um folder, uma maleta ou até mesmo um portfólio.
Convite:
Comparecimento a evento: comparecer a um evento ou festa sem ser devidamente convidado é complicado. Opções: 1) Se você conhece muito bem o anfitrião e não foi convidado – jamais compareça. Definitivamente ele não quer sua presença. Aceite. 2) Se o anfitrião é seu conhecido, o evento for grande e você estiver acompanhado de pessoas que “vão dar uma passada lá” até vá, apresente-se, peça desculpas e explique o motivo; 3) Se você não conhece o anfitrião e vai lá, é melhor ficar na porta.
Se ainda assim resolver insistir, ao menos vista-se de acordo com a ocasião. Caso não esteja adequadamente vestido, jamais critique alguém que está vestido mais adequadamente.
Se o evento for algo informal e sem convites entregues diretamente às pessoas, o seu comparecimento pode até ocorrer, desde que esteja subentendido a que fim você está lá. E esse fim não poderá ser para “aproveitar a festa”.
Vertir-se:
Assim como praias comportam sungas, bermudas, maiôs e biquinis; shows de bandas comportam seus “diversos” trajes de uma moda; baladas comportam o despojo; Gallerys, inaugurações, e lançamentos em que reinam o champagne e os canapés, vestir-se socialmente é mais que adequado. Você pode até estar diferente da maioria: desde que você seja um dos profissionais que esteja organizando ou participando ativamente do evento.
Assista ao vídeo "Você sabe com quem está falando?":
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