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Coisa de outro mundo
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A expressão é antiga, o significado é que é novo! “Coisa de outro mundo”, na verdade, é o que o povo diz diante de um fato, pessoa ou objeto estranho ao comum do todo. Para nos maravilhar ou para nos aterrorizar; não importa a emoção, a expressão permanece: “coisa de outro mundo”!
Houve um tempo em que coisa de outro mundo era a mulher sair de casa para trabalhar, um carro que andasse a mais de 60 km por hora e maiô de duas peças. Homossexualismo, então, isso sempre foi, diante das mentes preconceituosas e fracas de aceitação ao diferente, coisa de outro mundo.
Por quê? Porque os seres humanos habitantes deste mundinho (“inho” mesmo) azul chamado por nós de Terra, ou seja, nós temos uma dificuldade danada de aceitar o diferente como coisa normal, passível de existir entre a nossa humanidade.
O estranho é que a este mundo pertençam, no âmbito da normalidade, coisas como corrupção, subjugação do mais forte pelo mais fraco, violência, fanatismo e tantas outras coisas que são mesmo tidas como pertencentes a este mundo.
Os valores elevados, o moral, a visão alargada e o amor pelo próximo são quesitos que, por nos faltarem desde há muito tempo, nos dão a impressão de também não pertencerem a este mundo.
Em que mundo então nós poderíamos encontrar valores e coisas melhores, faltantes neste nosso? A distorção dos valores e a discrepância entre o ideal e o real me fazem pensar no que seres “lá de fora” pensariam de nós, ao nos verem de lá, de outros mundos.
A propósito, chagamos até a questão extraterrestre, que faz com que a expressão “coisa de outro mundo”, nos dias atuais, possa ser lida ao pé da letra. Para quem teve a sorte ou o azar de olhar para o céu e avistar uma ou mais naves extraterrestres, aí sim, este ou esta estaria cheio de razão ao exclamá-la. Você já pensou nisso?
Ultimamente, mesmo com todos os esforços dos núcleos militares do planeta feitos no sentido de esconder rastos e vestígios da visitação de seres vindos de outros endereços siderais, mais e mais recebemos notícias de aparições alienígenas em todos os cantos do mundo. Salvo aquelas que são produzidas em laboratório, muitas delas são verdadeiras, impossíveis de serem fabricadas pela tecnologia humana, e estas nos dão prova contundente de que sim, os seres extraterrestres inteligentes são um fato e sim, estes seres nos têm visitado com algum propósito (que não é o de dominação, obviamente, pois que se assim o intentassem, já o teriam feito, posto serem capazes de adentrar a nossa atmosfera com total domínio e controle de suas naves).
Certamente, não havemos de atinar com o propósito desses seres em nos visitar até que haja, efetivamente, um contato de terceiro grau no qual eles próprios demonstrem sua intenção. Todavia, o que nos cabe questionar é: se tantas outras coisas, tipicamente humanas, sempre nos pareceram ser “coisas de outro mundo” e com o tempo se tornaram “normais”, por que não tratarmos as coisas de fato de outros mundos com a presumida futura normalidade desde já?
Para aquietar a mente dos que possivelmente estarão agora se revoltando contra este artigo por não concordarem com a existência real de seres extraterrestres, lembro apenas que Jesus afirmou: “Meu reino não é deste mundo”. Ora, se o reino deste Cristo nascido Jesus não era deste mundo, de que mundo ele o era? E ele não era e ainda é um ser inteligente?
Está na hora, amigos e amigas, de começar a pensar em assuntos assim. Caso contrário, corremos o risco de não conseguirmos controle algum sobre nossas emoções e psiquismos quando e se algumas ou várias naves tripuladas estacionarem sobre nós e estabelecerem conosco um contato direto.
E se isso ocorrer e se tratar do tão anunciado e esperado retorno de Jesus a Terra, como ficaremos nós com as nossas crenças religiosas, as nossas convicções, enfim, com a nossa própria capacidade “inteligente” de discernir o que é ou não passível de ser normal, mesmo sendo coisa de outro mundo?
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