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Dicas para economizar na compra do material escolar
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Com a chegada do novo ano, uma das despesas mais pesadas no bolso dos pais é o gasto com o material escolar. Próximo ao início das aulas, é grande a movimentação comercial, o que torna os itens mais caros que nos demais meses. Neste período, o comprometimento da renda das famílias para a aquisição do material escolar tende a variar entre 15% e 25% do orçamento doméstico, segundo Eduardo Cosentino, Economista e Conselheiro do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon-PR). Ele ainda traz algumas orientações para que o consumidor economize durante as compras.
Conforme o economista, é importante realizar um planejamento para não comprometer as finanças da família. "Os pais devem rever o orçamento familiar. Verificar todas as receitas e despesas decorrentes das festas de final de ano, das férias, 13º salário, das contas de início de ano, como IPTU, IPVA, matrículas escolares e ter conhecimento das obrigações nos próximos meses para decidir se a compra será a vista ou parcelada", orienta. Ele ressalta ainda que esta programação comece em dezembro, quando as famílias recebem o 13º salário.
E antes de ir às compras, comenta o profissional, que os pais revejam alguns itens do ano anterior para reaproveitamento. O próximo passo é pesquisar e pedir descontos. "Existem produtos com as mesmas características e qualidade, mas devido a direitos de imagens de personagens ou personalidades, por exemplo, chegam a custar até 42% mais caro. O ideal no momento das compras é deixar os filhos em casa", sugere.
Outra orientação é procurar lojas populares, que saiam das áreas comerciais de classe A e B. E para ganhar um desconto maior, o conselheiro do Corecon-PR ressalta que uma boa sugestão é juntar a lista de material escolar com outros pais dispostos a comprar o material em grupo, negociando diretamente com o gerente da loja. "Os descontos neste caso podem chegar a 30%. Caso os descontos e/ou condições de pagamento não sejam satisfatórios, os pais podem tentar uma melhor negociação em outra loja", acrescenta.
Mas a principal recomendação do profissional é comprar apenas os materiais básicos, indispensáveis para a volta às aulas, e após este período completar lista. "A tendência é dos preços baixarem após o início das aulas", finaliza.
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