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Nesta coluna, darei continuidade ao tema, sobre a ótica de como todo esse universo será ainda mais revolucionário, onde falaremos da mais nova revolução global, e a razão do título da coluna: Mobile.
O segredo de tudo e, analisando de forma pouco emocional, não há nada de novo nas Mídias Sociais.
Nada do que é feito hoje já não era feito há milênios, como por exemplo, um grupo que se reúne para falar de esportes, sociedade e comportamento. Outro que combina para participar de eventos, ou ainda discutir as últimas novidades de minha parceira nesta coluna à Ligia Kogos. Pois bem, então onde está o “pulo do gato” para tamanha febre e crescimento explosivo do Social Media em todo o mundo?
Quem pensou Internet, errou feio. Esse “pulo” se chama Mobile.
Vale ressaltar que não estou falando apenas de telefone celular no Brasil, telemóveis em Portugal ou mobile phone em outro lugar. Como Mobile, falo de tudo o que tem mobilidade: desde i-phone, i-pad, celular, smart-phones, laptops e qualquer outra forma de acesso direto a internet, sem necessidade de um computador tradicional em uma mesa com um cabo plugado.
Recém chegado de dois grandes eventos globais, o maior congresso mobile globao em Barcelona (www.mobileworldcongress.com) e outro que participamos como convidado em Estoril (www.i-com.org), posso dizer com tranquilidade que a frase que usei para abrir esta primeira coluna - Like Social. Love Mobile. - que não é de minha autoria, é certamente a melhor forma de olhar para o futuro da Publicidade e Propaganda.
Existem hoje, bilhões de dispositivos de acesso móvel onde é possível, de qualquer lugar e a qualquer momento, buscar conteúdo, navegar na internet, publicar um texto, mandar um tweet, navegar em um mapa de localização, acessar as notícias dos seus amigos, e qualquer outra atividade que antes era dependente de um computador, e fez com que a comunicação deixasse de ser em um único sentido (Marcas a Pessoas) e passasse a ser multi-via (marcas x pessoas x grupos x pessoas x marcas).
Mobile, portanto, pode ser definido como a próxima das grandes revoluções digitais, principalmente em termos de receita, pois de uso já é realidade. A partir destes meios, o usuário conecta-se sem fronteiras, reage a estímulos, compartilha e desfruta da infinidade de aplicativos e conteúdo multimídia disponíveis, alterando o tradicional modelo da propaganda, publicidade e serviços prestados pelas marcas.
O segredo de tudo e, analisando de forma pouco emocional, não há nada de novo nas Mídias Sociais.
Nada do que é feito hoje já não era feito há milênios, como por exemplo, um grupo que se reúne para falar de esportes, sociedade e comportamento. Outro que combina para participar de eventos, ou ainda discutir as últimas novidades de minha parceira nesta coluna à Ligia Kogos. Pois bem, então onde está o “pulo do gato” para tamanha febre e crescimento explosivo do Social Media em todo o mundo?
Quem pensou Internet, errou feio. Esse “pulo” se chama Mobile.
Vale ressaltar que não estou falando apenas de telefone celular no Brasil, telemóveis em Portugal ou mobile phone em outro lugar. Como Mobile, falo de tudo o que tem mobilidade: desde i-phone, i-pad, celular, smart-phones, laptops e qualquer outra forma de acesso direto a internet, sem necessidade de um computador tradicional em uma mesa com um cabo plugado.
Recém chegado de dois grandes eventos globais, o maior congresso mobile globao em Barcelona (www.mobileworldcongress.com) e outro que participamos como convidado em Estoril (www.i-com.org), posso dizer com tranquilidade que a frase que usei para abrir esta primeira coluna - Like Social. Love Mobile. - que não é de minha autoria, é certamente a melhor forma de olhar para o futuro da Publicidade e Propaganda.
Existem hoje, bilhões de dispositivos de acesso móvel onde é possível, de qualquer lugar e a qualquer momento, buscar conteúdo, navegar na internet, publicar um texto, mandar um tweet, navegar em um mapa de localização, acessar as notícias dos seus amigos, e qualquer outra atividade que antes era dependente de um computador, e fez com que a comunicação deixasse de ser em um único sentido (Marcas a Pessoas) e passasse a ser multi-via (marcas x pessoas x grupos x pessoas x marcas).
Mobile, portanto, pode ser definido como a próxima das grandes revoluções digitais, principalmente em termos de receita, pois de uso já é realidade. A partir destes meios, o usuário conecta-se sem fronteiras, reage a estímulos, compartilha e desfruta da infinidade de aplicativos e conteúdo multimídia disponíveis, alterando o tradicional modelo da propaganda, publicidade e serviços prestados pelas marcas.
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