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O Rei e Eu

O Rei e Eu

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O Rei e Eu em superprodução dirigida por Jorge Takla
 
O Rei e Eu - fica para a história do teatro musical do Brasil como um dos mais belos e bem produzidos espetáculos de todos os tempos.

Após temporadas bem-sucedidas de público e crítica com musicais como My Fair Lady e West Side Story, a Takla Produções apresenta pela primeira vez no Brasil o musical O Rei e Eu, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II (A Noviça Rebelde). Dirigido por Jorge Takla e com direção musical do maestro Jamil Maluf, O Rei e Eu fez uma bela carreira em SP, encerrada no dia 30 de maio de 2010.

A montagem nacional teve a versão assinada por Cláudio Botelho e Tuca Andrada o papel do Rei e a atriz Cláudia Netto o da professora de inglês, Anna. Ainda no elenco,  a divina cantora lírica Luciana Bueno, interpretando Lady Thiang, mãe do príncipe herdeiro, Luciano Andrey, Bianca Tadini, Daniela Vega, Mauro Sousa, Ubiracy Brasil, Adalberto Halvez, Gustavo Lassen, Fábio Barreto, Newton Saiki, Daniel Paulin, Renan Cuisse e Júlio Oliveira, além de outros 50 atores, sendo 15 crianças, acompanhados por uma orquestra de 22 músicos, conduzidos por Jamil Maluf.

No palco, o Sião do século 19 inspirou os dez deslumbrantes cenários idealizados por Duda Arruk. O espetáculo teve  ainda 550 figurinos orientais e ocidentais de Fábio Namatame e o visagismo assinado pelo célebre maquiador Duda Molinos. Já Tânia Nardini, para a coreografia, viajou a Bangkok para pesquisa de danças, modos e costumes da Tailândia.  As coreografias de O Rei e Eu são,em sua maioria, inspiradas no original de Jerome Robbins.

Baseado no romance Anna e o Rei Sião, de Margaret Landon, O Rei e Eu estreou nos Estados Unidos em 1951, no Teatro St. James, em Nova Iorque e permaneceu por anos em cartaz na Broadway. A primeira montagem na Europa aconteceu em 1953, no Teatro Royal, Drury Lane, em Londres. O romance também inspirou os filmes Anna e o Rei do Sião (1946) com Rex Harrison e Anna e o Rei (1999) com Jodie Foster, além da versão cinematográfica do musical, em 1956, que imortalizou Yul Brynner e foi vencedora de seis estatuetas do Oscar.

A história se passa no Sião, atual Tailândia, em 1864. O Rei deste país, poderoso, carismático, machista e generoso tem dezenas de esposas e mais de sessenta filhos. Para educá-los e ensinar-lhes inglês ele contrata uma professora inglesa, Anna. Charmosa e voluntariosa, Anna encara com muitas dificuldades este choque de culturas, mas tenta impor suas ideias em relação às mulheres, preconceito, escravidão e política. Com o tempo o Rei e Anna acabam se envolvendo amorosamente, em uma atmosfera de humor e música.

Considerada a dupla mais genial do teatro musical americano, Richard Rodgers (1902-1979) e Oscar Hammerstein II (1895-1960) criaram grande parte dos espetáculos da era de ouro do teatro musical, nos anos de 1940 e 1950.
Para o diretor Jorge Takla, “Rodgers e Hammerstein são compositor e letrista que vem do universo da opereta, é uma combinação entre música erudita e popular com extrema sofisticação”.
A música de Rodgers e as letras de Hammerstein foram responsáveis por sucessos como Oklahoma! Carousel, South Pacific e A Noviça Rebelde. Entre outros reconhecimentos a sua obra, colecionaram 34 prêmios Tony, 15 Oscar, 2 Grammy e um prêmio Pulitzer.

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