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Bibi Ferreira, a diva do Brasil
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Única apresentação dia 13 de outubro, quarta-feira, às 21h no Teatro Bradesco
Bibi Ferreira em Pixinguinha a Noel, passando por Gardel
Teatro Bradesco (1457 lugares)
Bourbon Shopping, 3° Piso - Pompéia.
Rua Turiassú, 2100 - Informações: 3670.4141
Bilheteria: Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h.
Aceita cartões de crédito e débito. Não aceita cheque.
Vendas - Ingresso Rápido: 4003-1212 / www.ingressorapido.com.br
Única Apresentação:
13 de outubro, quarta-feira, às 21h.
Ingressos: de R$ 20 a R$ 120.
Classificação etária: 10 anos
Duração: 80 minutos
Cantora, atriz, diretora e compositora, Bibi Ferreira interpreta grandes clássicos: de Pixinguinha a Noel Rosa, visitando Carlos Gardel.
Em única apresentação, Bibi Ferreira volta a se apresentar em São Paulo no dia 13 de outubro, no Teatro Bradesco, com o espetáculo De Pixinguinha a Noel, passando por Gardel, show que levou a Buenos Aires no início do ano, e mostra ao público brasileiro como conquistou os argentinos.
O show abre as comemorações de seus 70 anos de carreira. A ideia de Bibi apresentar-se em Buenos Aires, no Teatro Margarita Xirgu, localizado no charmoso bairro de San Telmo, surgiu após o lançamento do CD TANGO (Biscoito Fino, 2006), ganhador do prêmio TIM de melhor disco de língua estrangeira.
O projeto foi se desenvolvendo enquanto Bibi atuava na peça “Às Favas com os Escrúpulos”, mas – devido ao grande sucesso da comédia, com mais de 350 mil espectadores e quase três anos em cartaz – a data para a estreia do show era sempre adiada.
A peça encerrou temporada em 2009. Porém, Bibi adiou a sua ida a Buenos Aires, em função do ano da França no Brasil. O acontecimento gerou uma grande turnê do espetáculo “Bibi Canta e Conta Piaf”, somando mais de 70 shows em todo o País, de julho de 2009 a fevereiro de 2010.
Ao iniciar os ensaios e deparar-se com um repertório só de tango, Bibi resolveu dividir o espetáculo em dois atos. No primeiro ato, apresenta um apanhado da sua carreira, com grandes referências nacionais. E no segundo, grandes novidades como o solo do grande pianista Diego Schissi e a orquestra El Arranque, a mais importante de tango da Argentina. E assim surgiu o esqueleto do espetáculo, que abre as comemorações dos 70 anos de sucesso de Bibi. 
Na primeira parte, Bibi separou as mais belas canções brasileiras que cantou nos seus últimos espetáculos, tendo no repertório Antonio Carlos Jobim, Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Orestes Barbosa, Maysa, Dolores Duran. Também acrescentou três fados, lembrando sua homenagem à Amália Rodrigues, incluiu três canções de Piaf, referência a um dos seus maiores sucessos, e, ainda, fez um mini bloco em homenagem ao centenário de Noel Rosa, com três dos seus maiores sucessos, uma das novidades do show.
A segunda parte guarda uma bela surpresa. Abrindo o bloco com um solo do grande pianista Diego Schissi, arranjador do CD TANGO, Bibi canta dois tangos acompanhado por ele: “Milonga Triste” e “Yo Soy El Tango”. Em seguida, entra em cena a orquestra EL Arranque, considerada uma das mais importantes orquestras de tango da Argentina.
Com esses músicos, Bibi canta três tangos: “Debajo”, “Questa Abajo” “Esta Noche me Emborracho”. Com este espetáculo, agora apresentado no Brasil, Bibi recebeu grandes críticas.
Bibi Ferreira e os tangos
Filha de argentina, Bibi cresceu ouvindo tangos. A casa de sua mãe era considerada o segundo consulado da Argentina no Rio de Janeiro, e era lá que todos os artistas que chegavam da Argentina e do Uruguai se encontravam, e não foram poucas as noites que a pequena Bibi dormiu e acordou ao som do tango.
“Desde muito pequena, cresci com o tango em meus ouvidos”, diz Bibi.
Bibi Ferreira e Ignácio Varchausky
Ao gravar seu primeiro CD de tangos, Bibi conheceu Ignácio Varchausky, com quem teve grande afinidade. Ignácio é jovem, dedicado, pesquisador, diretor do instituto Tango Via – que resgata a memória do Tango na Argentina – diretor e contrabaixista do grupo El Arranque. Desde o primeiro ensaio, Ignácio demonstrou seu encantamento pelo talento de Bibi, brincando várias vezes com ela que seria o presidente do fã-clube na Argentina.
El Arranque
A orquestra EL ARRANQUE começou em 1996 como um quarteto, fora de Buenos Aires. Hoje, o jovem grupo é formado por sete músicos, todos com menos de 30 anos. Alguns fizeram parte da Orquestra Escola de Tango, dirigida pelo Maestro Emilio Balcarce. Sua música é caracterizada pela pesquisa da essência do tango, e são fortemente influenciados pelo estilo de Osvaldo Pugliese.
Moderna e tradicional, arrojada e clássica, EL ARRANQUE é, definitivamente, uma das mais importantes orquestras de tango da atualidade.
Bibi e El Arranque
Desde então, ambos, Bibi de um lado e os músicos do El Arranque de outro, alimentavam a vontade de um encontro, no palco. Aconteceu em Buenos Aires e agora chegou a vez de São Paulo.
História de Bibi Ferreira
Bibi Ferreira quando criança, junto a seus pais
Nome completo: Abigail Izquierdo Ferreira
Nascimento: 10 de junho de 1922 (88 anos)
Salvador, BA
Bibi Ferreira, pseudônimo de Abigail Izquierdo Ferreira (Salvador, 10 de junho de 1922), é uma atriz, cantora, diretora e compositora brasileira.
É filha do grande e inesquecível ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo. Nem Bibi sabe ao certo o dia em que nasceu. A mãe dizia que ela nascera em 1º de junho; o pai falava que a data era 4 de junho mas, sua certidão de nascimento traz a data de 10 de junho.
Fez sua estreia teatral aos 24 dias de vida, na peça Manhãs de Sol, de autoria de Oduvaldo Vianna, substituindo uma boneca que desaparecera pouco antes do início do espetáculo. Logo após os pais se separaram e Bibi passou a viver com a mãe, que foi trabalhar na Companhia Velasco, uma companhia de teatro de revista espanhola. Seu primeiro idioma, até os quatro anos, foi o espanhol. O idioma português e o grande amor pela ópera ela viria a aprender com o pai.
De volta ao Brasil, tornou-se a atriz mirim mais festejada do Rio de Janeiro. Entrou para o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu por longo tempo, até estrear na companhia do pai. Aos nove anos teve negada a matrícula no Colégio Sion, em Laranjeiras, por ser filha de um ator de teatro. Completou o curso secundário no Colégio Anglo Americano e aperfeiçoou os estudos de balé em Buenos Aires, no Teatro Colón.
Sua estreia profissional nos palcos aconteceu em 1941, quando interpretou "Mirandolina", na peça La locandiera. Em 1944, montou sua própria companhia teatral, reunindo alguns dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, como Cacilda Becker, Maria Della Costa e a diretora Henriette Morineau. Pouco mais tarde, foi para Portugal, onde dirigiu peças durante quatro anos, com grande sucesso.
Década de 1960
Na década de 60, vieram os sucessos dos musicais, como Minha Querida Dama (My Fair Lady), estrelado por Bibi e Paulo Autran. Nessa época atuou também em musicais de teatro e televisão. Em 1960, iniciou a apresentação na TV Excelsior de São Paulo , de um programa ao vivo, que durante dois anos levou à televisão os maiores nomes do teatro.
Década de 1970
Bibi Ferreira participou, atuando ou dirigindo, de alguns dos grandes espetáculos teatrais e musicais montados no Brasil. Em 1970, dirigiu Brasileiro, Profissão: Esperança, de Paulo Pontes (foi numa das versões desse espetáculo que pela primeira vez dirigiu a cantora Maria Bethânia, na outra versão dirigiu Clara Nunes); em 1972, atuou em O Homem de La Mancha ao lado de Paulo Autran, com tradução de Paulo Pontes e Flávio Rangel, além das verões de Chico Buarque e Ruy Guerra para as canções; em 1975, participou de Gota d'Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes; em 1976, dirigiu Walmor Chagas, Marília Pêra, Marco Nanini e 50 artistas em Deus Lhe Pague, de Joracy Camargo.
Década de 1980
Na década de 1980, dirigiu de textos comerciais a peças de dramaturgia sofisticada, de musicais de grande porte a dramas intimistas. Em 1980, dirigiu Toalhas Quentes, de Marc Camoletti; em 1981, Um Rubi no Umbigo, de Ferreira Gullar, e Calúnia, de Lillian Hellman. No mesmo ano, com sua produção e direção, estreou O Melhor dos Pecados, de Sérgio Viotti, promovendo a volta aos palcos de Dulcina de Moraes, após vinte anos de ausência. Em 1983 voltou aos palcos com Piaf, a Vida de uma Estrela da Canção, espetáculo de grande sucesso de público e crítica. Por sua atuação recebeu os prêmios Mambembe e Molière, em 1984 e, no ano seguinte, da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP) e Governador do Estado. O espetáculo, que fez muitas viagens, permaneceu seis anos em cartaz e, em quatro anos, atingiu um milhão de espectadores, incluindo uma temporada em Portugal, com atores portugueses no elenco.
Dirigiu ainda inúmeros programas de televisão e shows de artistas da música popular brasileira, como Maria Bethânia nos anos 70 e 80.
Década de 1990
Nos anos 90, Bibi Ferreira reviveu seus maiores sucessos, remontando Brasileiro, Profissão: Esperança e fazendo um espetáculo em que cantava canções e contava histórias de Piaf. Em Bibi in Concert, comemorou 50 anos de carreira e, depois de anos de temporada, fez o Bibi in Concert 2. Em 1996 recebeu o Prêmio Sharp de Teatro. Encenou Roque Santeiro, de Dias Gomes, em versão musical. Em 1999, dirigiu pela primeira vez uma ópera, Carmen de Georges Bizet.
Década de 2000
No ano de 2001, Bibi estreia no Rio de Janeiro o espetáculo Bibi Vive Amália, no qual contava e cantava a vida da grande fadista portuguesa Amália Rodrigues.
No ano de 2003 foi homenageada pela escola de samba carioca Viradouro
Em 2003 dirigiu Antônio Fagundes em Sete Minutos. Em 2004, lançou CD e DVD do show Bibi Canta Piaf, em que a artista interpretava a cantora francesa Edith Piaf. Em outubro de 2005, Bibi Ferreira estreou o show Bibi in Concert III - Pop, em São Paulo.
Em 2007 Bibi voltou ao teatro de prosa em Às favas com os escrúpulos, de autoria de Juca de Oliveira e dirigida por Jô Soares.
Em 2009, em pleno Ano da França no Brasil, voltou ao palco do Maison de France para uma curtíssima temporada de "Bibi canta e conta Piaf", do alto dos 87 anos, quando cantou Piaf e La Marseillaise, além do Chant des partisans.
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1 Comentário
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04 de Março de 2011 | 21:37
MARCOS SOUTO
QUE HONRA,QUE PRAZER! PODER DESFRUTAR, DESTA MARAVILHA! E CONHECER A TRAJETÓRIA DE SUCESSOS, DA DAMA DO TEATRO, NESTAS PÁGINAS...OLHA, É EDIFICANTE. BIBI, VOCE É LITERALMENTE DIVINA! QUE DEUS TE ABENÇÕE, E QUE SEMPRE TE MANTENHA INSPIRADA E HESITANTE, RAINHA.OBRIGADO POR VOCE EXISTIR.
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