patrocinado por
Abajures
Publicidade
Autor: Nilton Bustamante
Ai, os meus olhos
Ver o mundo pela janela, neblina molhada, úmida névoa
Ai, os meus olhos
Filmes antigos guardados, largados num canto qualquer
Começam novamente a me perturbar
Com essa saudade
Que idade não chega, não entrega, nem esquece, aquece
Esse meu coração
Já acostumado a sofrer esse delírio, esse choro de Tango
Dançando no salão vazio, rodopiando
Em suave alucinação
Perfume grudado na pele abraçado ao segredo dos suores
Ai, essa vontade
De mais uma vez e um pouco mais falar as mesmas falas
Ouvir os mesmos silêncios dos sussurros
Que eu não disse mais
Em outros ouvidos, outras orelhas mordidas num descuido
Ai, essa ansiedade
Pegar suave macias mãos planando no vazio, quem dança
Mais uma dança em noite de luz abajures
Ai, esse desejo insano
De entrar de vez nessa nave de quem vai e nunca volta igual
Coisa de quem ama e não quer esquecer...
Voltar
- Imprimir
- Compartilhe
Nenhum comentário
Preencha o formulário abaixo e seja o primeiro a comentar!Fechar
Notícias Relacionadas
- Onda
- Seis mulheres e o rei
- Cada Prece, Nova Chance
- Sob os céus de Paris
- Seu Olhar
- Mãe negra
- Buscando a Saída
- Outra vez a noite
- Lançamento do filme e do Livro "Ca...
- Entre colunas
- Pra Daniela
- Sol e sombra
- Balança das ilusões
- Ventre e Coração
- Nós Dois
- De quatro
- Jesus Cristo
- Pra menina lacrimosa
- Não da pra esquecer
- Pra te esquecer