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Recordar é viver
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Regina Marques no último Congresso Internacional em Berlim.
A doença tem nome complicado e, embora não seja uma enfermidade ocular das mais frequentes, está longe de ser rara. Na população geral, estima-se que duas em cada 1000 pessoas tenham ceratocone, que é o afinamento e empenamento progressivo da córnea, camada mais externa do olho. Uma córnea normal tem uma forma arredondada, ajudando a focar as imagens corretamente. No ceratocone, a córnea sofre um afinamento, deixando-a com um formato de cone, o que deu origem ao nome da doença. O primeiro sinal perceptível de ceratocone é um embaçamento e distorção da visão, provocados pela miopia e astigmatismo resultantes da alteração na forma normal da córnea. Nas fases iniciais da doença, a visão pode ser corrigida com o uso de óculos, os quais são trocados frequentemente na medida em que a doença avança e o grau aumenta.
Outras opções de tratamento são as lentes de contato especiais e o transplante de córnea. Embora o transplante tenha sucesso em 95% dos casos, como em qualquer outra cirurgia, existem riscos. Em alguns casos, o ceratocone volta a ocorrer na córnea transplantada e a maioria dos pacientes precisa usar óculos ou lentes de contato após a cirurgia. Nos casos de ceratocone em evolução ou casos nos quais o paciente não tolera bem o uso de lentes de contato, a mais moderna opção para tratamento é o implante de Anel Intra-Corneano. Este implante é composto por 1 ou 2 segmentos semi-circulares feitos de um polímero acrílico especial, utilizado na produção de implantes oculares há mais de 50 anos. O implante desse tipo de anel tem um tempo de vida útil indeterminado. Entre as vantagens desse tipo de procedimento, destacam-se: Rapidez na recuperação da visão (cerca de três meses); Ausência de rejeição; Maior facilidade na adaptação de lentes de contato após o implante, quando necessário; Reversibilidade; Retardamento da evolução da doença, evitando ou adiando o transplante por tempo indeterminado. Em Cuiabá, o tratamento para ceratocone usando implante de Anel Intra-Corneano é oferecido pela médica oftalmologista Regina Marques, que atende no Instituto Cuiabano de Olhos.
Outras opções de tratamento são as lentes de contato especiais e o transplante de córnea. Embora o transplante tenha sucesso em 95% dos casos, como em qualquer outra cirurgia, existem riscos. Em alguns casos, o ceratocone volta a ocorrer na córnea transplantada e a maioria dos pacientes precisa usar óculos ou lentes de contato após a cirurgia. Nos casos de ceratocone em evolução ou casos nos quais o paciente não tolera bem o uso de lentes de contato, a mais moderna opção para tratamento é o implante de Anel Intra-Corneano. Este implante é composto por 1 ou 2 segmentos semi-circulares feitos de um polímero acrílico especial, utilizado na produção de implantes oculares há mais de 50 anos. O implante desse tipo de anel tem um tempo de vida útil indeterminado. Entre as vantagens desse tipo de procedimento, destacam-se: Rapidez na recuperação da visão (cerca de três meses); Ausência de rejeição; Maior facilidade na adaptação de lentes de contato após o implante, quando necessário; Reversibilidade; Retardamento da evolução da doença, evitando ou adiando o transplante por tempo indeterminado. Em Cuiabá, o tratamento para ceratocone usando implante de Anel Intra-Corneano é oferecido pela médica oftalmologista Regina Marques, que atende no Instituto Cuiabano de Olhos.
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