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O artista plástico Paulo Caldas
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A inspiração do artista plástico Paulo Caldas vem de símbolos da resistência e da força do povo alagoano
A nova fase do artista plástico Paulo Caldas encanta criança, adultos e turistas. Em seus cartões postais, Caldas ressalta a força e a riqueza do artesanato e da cultura alagoana.
A série “Vela de Filé” enaltece a arte das rendeiras do Pontal da Barra e da cidade de Marechal Deodoro. São desenhos em bico de pena com temas divulgando a renda de filé em jangadas, peixes, casarões e igrejas históricas; os coqueirais do nosso belo litoral e o resgate das bandas de pífanos.
O artista alagoano iniciou sua carreira aos 11 anos de idade com um estilo surrealista, mas a paixão pela cultura de Alagoas transformou o seu trabalho na aposta em ilustrações infantis inspiradas nos folguedos, que até hoje fazem sucesso. O artista produz sua arte em telas, capas de cadernos e porta-jóias inspirados nas suas lembranças, o que de melhor registrou em seu imaginário em sua fase infantil. As temáticas que surgem da sua sensibilidade e de seus movimentos com pincéis e canetas de bico de pena são as pastoras, o bumba-meu-boi, os personagens do guerreiro e de tantos outros folguedos a que ele assistia em praças públicas em épocas natalinas ou em festejos populares.

A série “Vela de Filé” retrata em preto e branco a preocupação de Paulo Caldas em resgatar e registrar a cultura de um povo que traz em suas vidas a marca da força do nordestino. De personagens que utilizam trajes em cores fortes de uma visão mais afetuosa dos belos cenários de Alagoas e, os trançados e traçados das rendas de filé, em linhas de algodão, de onde tiram a sua sobrevivência, traduzindo, fielmente, por meio desses trabalhos, a persistência da alegria e o desejo de serem felizes. “Optei pelo preto-e-branco porque jamais poderia concorrer com o colorido do filé, com o qual as artesãs dão um banho de beleza. A minha proposta é enaltecer o trabalho dessas mulheres trazendo para os meus desenhos o trançado de filé e os elementos da cultura alagoana”, diz Paulo Caldas com um olhar distante, de quem lembra do trabalho e da resistência de um povo valente, persistente e criativo.
A nova fase do artista plástico Paulo Caldas encanta criança, adultos e turistas. Em seus cartões postais, Caldas ressalta a força e a riqueza do artesanato e da cultura alagoana.
A série “Vela de Filé” enaltece a arte das rendeiras do Pontal da Barra e da cidade de Marechal Deodoro. São desenhos em bico de pena com temas divulgando a renda de filé em jangadas, peixes, casarões e igrejas históricas; os coqueirais do nosso belo litoral e o resgate das bandas de pífanos.
O artista alagoano iniciou sua carreira aos 11 anos de idade com um estilo surrealista, mas a paixão pela cultura de Alagoas transformou o seu trabalho na aposta em ilustrações infantis inspiradas nos folguedos, que até hoje fazem sucesso. O artista produz sua arte em telas, capas de cadernos e porta-jóias inspirados nas suas lembranças, o que de melhor registrou em seu imaginário em sua fase infantil. As temáticas que surgem da sua sensibilidade e de seus movimentos com pincéis e canetas de bico de pena são as pastoras, o bumba-meu-boi, os personagens do guerreiro e de tantos outros folguedos a que ele assistia em praças públicas em épocas natalinas ou em festejos populares.

A série “Vela de Filé” retrata em preto e branco a preocupação de Paulo Caldas em resgatar e registrar a cultura de um povo que traz em suas vidas a marca da força do nordestino. De personagens que utilizam trajes em cores fortes de uma visão mais afetuosa dos belos cenários de Alagoas e, os trançados e traçados das rendas de filé, em linhas de algodão, de onde tiram a sua sobrevivência, traduzindo, fielmente, por meio desses trabalhos, a persistência da alegria e o desejo de serem felizes. “Optei pelo preto-e-branco porque jamais poderia concorrer com o colorido do filé, com o qual as artesãs dão um banho de beleza. A minha proposta é enaltecer o trabalho dessas mulheres trazendo para os meus desenhos o trançado de filé e os elementos da cultura alagoana”, diz Paulo Caldas com um olhar distante, de quem lembra do trabalho e da resistência de um povo valente, persistente e criativo.
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3 Comentários
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18 de Maio de 2011 | 08:22
Fernando T S Lima Neto
Excelente. Gostei bastante. Já uovi falar em seu nome.E agora é motivo de apresentação na minha escola: Saint Germain. Abraços. Fernando Neto
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06 de Maio de 2010 | 09:06
paulo caldas
recebi o link batelli, assim como vi a matéria na revista. nao informei e retornei antes por que a rainha do lar, marina, desregulou o computador.
gostei muito da forma como foram apresentados o texto e as imagens. gostei sobretudo da cor que foi utilizada como fundo. aquele vermelho em contraste e apoio ao cinza das figuras foi uma escolha refinada e bastante feliz.
mais uma vez, muito obrigado!
marina também agradece a aparição na revista.
grande abraço! -
01 de Maio de 2010 | 21:03
Jill Nahum
I like this guy!!!
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