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Minhas impressões sobre a Feira da Sapatilha
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Fotos: (Flickr Joinville Cidade da Dança)
A Feira da Sapatilha é o principal ponto de encontro do Festival de Dança de Joinville. Instalada no Expocentro Edmundo Doubrawa, consagra-se como a maior do gênero no País, com 73 expositores em uma área de quatro mil metros quadrados. Visitantes, bailarinos e a comunidade podem circular pelas lojas, praça de alimentação, espaços de convivência e assistir apresentações no Palco Aberto até o dia 31 de julho, das 10h às 23horas. [Festival de Dança]
Um lugar aonde se encontram o pessoal da dança, os turistas, os organizadores e curiosos em geral. Cerca de 50 estandes estão montados no Centro de Exposições Edmundo Dobrawa até o dia 31 de julho. Lá são anunciados os premiados da Mostra Competitiva. Também ocorre a Passarela da Dança com os desfiles das grifes Lolita, Caliman, D de Dança, Biju Ballet, Balé Mania, Nina Ballet e Capézio , Cecília Kerche.

Público
Falar em gente bonita em Joinville é pedantismo e clichê. O que se viu na feira, transcende a beleza Joinvilense. O quesito diverso foi evidente. Gente de todas as idades e de diversos locais do Brasil: crianças, jovens, adultos e idosos. Sotaques e Etnias: o belo do país inteiro e do mundo. E para não faltar, (quem é da Manchester sabe) encontrar aqueles conhecidos de longa data já se tornou rotina. Impecavelmente com estilo e muito bem alinhados muitos desfilaram seus looks, cabelos, tênis e sapatos pelos tapetes da feira.
Praça de Alimentação
O espaço da Praça de Alimentação estava, visivelmente, muito apertado. Nos dias mais movimentados faltavam mesas e cadeiras para as pessoas sentarem-se. Além de tudo, a fila das barraquinhas de alimentação tornou-se um fator de irritação para muitos. Para pegar um lanche, por exemplo, balcões muito altos, falta de espaço para “adoçar o café”, fila desorganizada, mesmos atendentes para lidar com o dinheiro e com os alimentos, figuram entre os principais.
Segurança e Ambiente
Entrada e saída com lugar marcado no Centro de Exposições Edmundo Dobrawa. Questões de segurança e também para evitar tumulto. Há quem ache exagero. A segurança, o policiamento, e a emergência estavam em dia no festival. Nenhum problema relatado.
Banheiros devidamente limpos e organizados. Um ou outro erro, como o pegador de papéis quebrado – revelando também a falta de cuidado de quem utiliza. Nos acessos ao pavilhão, o público soube se comportar e jogar o lixo no seu devido lugar.
Feira de Artesanatos
A Feira de Artesanatos, no final do Pavilhão, com seus diversos artigos de arte foi realmente curiosa. Exacerbou a criatividade pela quantidade de cores e itens. Confesso que poucos deles me chamaram atenção, em meio à tantos, me desculpem, bagulhinhos de diversas (in)utilidades que vimos por lá.
Estandes
Em 2011, como nos demais anos anteriores, a variedade pode ser vista na Feira da Sapatilha. Além das tradicionais sapatilhas: bolsas, calçados, blusas temáticas ou da moda, livros e até fones de ouvido foram comercializados. E as guloseimas não faltaram – além do que se viu na praça de alimentação, os estandes de bombons, chocolates e doces em geral estavam sempre cheios.
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