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Jantar de Adriana Moretti comemora 2011 com assinatura do estrelado Chef Cezar Cassino
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Entra ano, sai ano, uma nova dieta aparece e cai nas graças das pessoas. A maioria delas, porém, com algum grau de prejuízo à saúde - restrição de proteínas, dietas sem fibras, jejuns… Ainda bem que não é o caso dessa dieta, que vem fazendo o maior sucesso no mundo todo.
A dieta do índice glicêmico é, na verdade, mais um estilo de vida do que uma dieta propriamente dita. Trata-se de escolher alimentos com índice glicêmico mais baixo na hora das refeições.
Um alimento com índice glicêmico alto é digerido rápido demais, levando à liberação maior de insulina. Resultado? Sua fome volta rapidinho e você acumula gordura (principalmente gordura visceral, ou abdominal, a mais perigosa).
O Dr. Filippo Pedrinola, endocrinologista de São Paulo, explica que alimentos com alto IG (índice glicêmico) favorecem o aparecimento da hipoglicemia reativa, causada pelos picos de insulina.
Ou seja, essa dieta é duplamente recomendada para quem tem tendência à hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue). "A genética da humanidade de hoje é a mesma do homem das cavernas, praticamente. Ou seja, os alimentos refinados, que apareceram depois da Revolução Industrial, são um grande problema porque não são naturais.
A dieta do IG retoma essa alimentação: carboidratos integrais e fibras são muito mais saudáveis do que o açúcar refinado, a farinha branca", explica o médico.

Saúde em primeiro lugar
A Dra. Adriana Moretti, endocrinologista de São Paulo, é entusiasta da dieta. "É muito mais saudável, muito mais viável também. As pessoas não cansam tão rápido, porque não existem restrições absurdas, como na dieta de Atkins, por exemplo (quando se eliminam todos os carboidratos da alimentação).
E, sem essas restrições, não existem consequências metabólicas ruins. Já tive pacientes que fizeram Atkins e chegaram aqui com problema de gota, por exemplo. Ela aumenta o ácido úrico, aumenta o colesterol, é uma dieta descabida do ponto de vista nutricional", diz a médica.
Na dieta do Índice Glicêmico, a saúde vem em primeiro lugar. "Além de perder peso, a pessoa tem uma melhora no funcionamento intestinal, por ingerir grãos integrais, que aumentam o bolo fecal e o peristaltismo, o movimento do intestino. A sensação de bem-estar é imensa", diz a Dra. Adriana.
O que pode e o que não pode
A regra básica é: não pode comer açúcar branco e farinha branca. Então quer dizer que é só cortar os doces e os bolos, tortas e pães feitos de farinha branca? Não exatamente. O ideal é você sempre ter uma tabela em mãos, enquanto não decora os índice dos alimentos.
Fruta em geral pode, mas manga, banana, kiwi e melancia não podem, em particular, porque seu IG é elevado. Também não é só pensar "carboidrato integral pode", porque carboidrato é sempre carboidrato, e em excesso vai engordar. Mas, se você for comer um prato de massa, coma integral. Pão integral, sempre.
Outra dica bacana é não comer o carboidrato sozinho, mas sempre acompanhado de uma proteína, como uma carne, por exemplo. Ou seja: vai comer macarrão? Coma um filezinho junto, e complete com uma salada.
Assim, a velocidade de digestão do carboidrato não vai ser tão rápida. Mesma regra para um eventual doce, ensina o Dr. Filippo. Se não comer doce for impossível para você, escolha ingeri-lo após as refeições, como sobremesa, e nunca, por exemplo, no meio da tarde, sozinho. Feito?
Algumas dicas para reduzir o IG dos alimentos
*Legumes e verduras abaixam o IG dos pratos. Inclua-os em sopas, coma-os antes dos pratos de massa, coloque folhas no sanduíche: faça disso uma rotina. Os resultados você vai ver rapidinho.
*Pães, sempre integrais; se não 100%, pelo menos em parte. Ou seja: troque a farinha branca (ou parte dela) por farelos e sementes.
*Ao preparar um doce, use mais fruta e menos açúcar, e siga o conselho acima: quanto menos farinha branca, melhor.
*Na hora de fazer um risoto, use arroz integral ou basmati, o que, aliás, vai dar um toque de chef internacional para a sua receita!
*E a massa? Integral, de preferência, e sempre al dente (mais durinha). Confira o tempo de cozimento na embalagem, e não passe daquilo.
Agradecimentos:
Clínica Filippo Pedrinola e Clínica Adriana Moretti
O Diabetes Mellitus afeta aproximadamente 170 milhões de adultos em todo o mundo, sendo mais comum o tipo 2 que representa 90 % dos casos.
A boa notícia é que agora existe a opção do uso de uma insulina inalável, que representa uma revolução comparável à própria descoberta em 1920 da primeira insulina injetável.
A falta de controle adequado do nível de glicemia pode levar a graves conseqüências para o paciente, uma vez que a doença pode evoluir para várias complicações com a Retinopatia Diabética que após 20 anos de doença acomete quase todos os diabéticos tipo 1 e aproximadamente 60 % dos tipo 2; a Nefropatia Diabética, a causa mais comum de insuficiência renal terminal; a Neuropatia em seus vários tipos e muitas vezes já presentes na ocasião do diagnóstico de Diabetes; além da Doença Cardiovascular, onde o Diabetes é um poderoso fator de risco para doenças vasculares periféricas, coronarianas (infarto) e acidente vascular cerebral(derrame).
O Diabetes também aumenta de duas a quatro vezes a mortalidade por doença arterial coronariana e em três vezes a mortalidade por acidente vascular cerebral.
É importante lembrar que além do controle glicêmico outros fatores também estão envolvidos no risco de complicações crônicas do Diabetes como a genética, a hipertensão arterial, o tabagismo e as alterações de colesterol e triglicérides.
Diferente do Diabetes Mellitus Tipo 1, onde o paciente é imediatamente insulinizado no momento do diagnóstico, o Tipo 2 se apresenta de maneira progressiva, levando com passar do tempo a uma falência na capacidade do pâncreas de produzir insulina.
E é neste momento, quando os comprimidos já não têm mais eficácia no estímulo das células beta pancreáticas para produção de insulina, que o médico endocrinologista enfrenta o maior desafio do tratamento: convencer o paciente a utilizar a insulina injetável.
"Os motivos para a rejeição de tratamento (que num estudo científico chegou a 73 % dos pacientes) vão do desconforto do uso de injeções ao constrangimento do uso em locais públicos e de trabalho, além da logística necessária para o armazenamento da insulina, que necessita de refrigeração constante", explica a Dra. Adriana Morétti, endocrinologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia .
Justamente por ajudar na maior adesão dos pacientes, a insulina inalável é uma excelente opção para o aumento do índice de sucesso do controle da glicemia. Estudos realizados em mais 3,5 mil pacientes adultos com Diabetes Mellitus 1 e 2 mostraram importantes índices de continuidade de tratamento, com mínima interrupção de tratamento por efeitos colaterais.
Os Diabetes Mellitus Tipo 1 e Tipo 2 são condições clínicas conhecidas há muito pelos médicos e tem hoje uma ampla gama de medicamentos e equipamentos de controle no mercado. A insulina inalável introduz um novo patamar de conforto e eficiência aos pacientes, ajudando-os a melhorar sua qualidade de vida.
Mais informações sobre Cezar Cassiano:
http://cezarcassiano.blogspot.com
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