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Jacob Klintowitz recebe homeagem da ABCS-Associação Brasileira de Críticos de Arte

Jacob Klintowitz recebe homeagem da ABCS-Associação Brasileira de Críticos de Arte

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Aprovada por unanimidade em Assembléia Geral da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, Jacob Klintowitz foi indicado  para receber  uma Homenagem Especial durante a festa de entrega dos prêmios ABCA 2010.

E merecidamente, diga-se, pois ele é um dos mais bem conceituados profissionais de sua área, reconhecido aqui e no exterior. Mas, nada melhor do que as palavras do também crítico de arte Enock Sacramento para justificar a indicação do seu nome :

"Jacob Klintowitz foi escolhido pelo conjunto de seu trabalho como crítico e curador de arte, desenvolvido ao longo de 45 anos durante os quais publicou extensamente na grande imprensa brasileira. Com efeito, Jacob Klintowitz, colaborou durante anos, entre outros,  com os jornais  Tribuna da Imprensa, Jornal da Tarde, O Estado de S. Paulo, revistas Istoé e Senhor, além de sua atuação no telejornalismo da Globo. Sua produção editorial é seguramente a mais vasta da critica brasileira. Jacob publicou cerca de 6 mil artigos e é autor de mais de 100 livros sobre arte e artistas brasileiros, alem de outros volumes no campo da criação literária propriamente dita. Jacob é um profissional da palavra e das ideias, no melhor sentido da letra.



Seu gosto pelo livro extrapola a palavra para se manifestar também no campo da estética tipográfica e do desenho da página. Com efeito,  ele é responsável pelo design gráfico da maioria de seus livros e exerce desde sempre este métier com incontestável savoir faire. Como administrador cultural, teve destacada atuação no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, prestando atualmente sua competência ao Instituto Anima de Sophia e Espaço Cultural Citi.

Acostumamo-nos a ler Jacob Klintowitz desde os anos 60 e sempre identificamos em seus textos a elegância de estilo, o discernimento crítico, a capacidade de captar aspectos relevantes e, não raro, uma ironia que creditamos à melhor tradição do exercício da inteligência. Admito que recebi dele alguma influência. Convidei-o – e ele aceitou – a partilhar comigo o texto de um álbum sobre o Impressionismo, no fim dos anos 70. A aceitação foi um gesto de generosidade. Jacob sempre foi solidário com seus colegas, discreto em suas realizações e procurou sempre na obra de arte uma fonte de verdade e de valorização da vida".

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